Nós,Igreja,somos o Corpo de Cristo...
Abra a sua Palavra(Bíblia) em 1ª Carta de São Paulo aos Coríntios 12,1-31
Paulo diz de várias formas que existem vários membros,mas um só corpo que é Cristo!
Paulo diz assim: "De fato, o corpo é um só,mas tem muitos membros; e no entanto, apesar de serem muitos, todos os membros do corpo formam um só corpo."(1Cor 12,12)
Paulo nesse versículo diz uma coisa de interessante "De fato, o corpo é um só,mas tem muitos membros;" Logo após Paulo diz: "Os membros do corpo que parecem mais fracos são os mais necessários; e aqueles membros que parecem menos digno de honra são os que cercamos de maior honra; e os nossos membros que são menos decentes, nós os tratamos com maior decência; os que são decentes não precisam de cuidados"(1Cor 12,22-24)
Paulo diz nesses versículos que no Corpo de Cristo todos os membros são necessários até aqueles que pensamos que não servem para mais nada!!!!
Aqui finalizamos o nosso encontro!
Catequese
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
O CONCÍLIO VATICANO II
Foi uma série de conferências realizadas entre 1962 e 1965, consideradas
o grande evento da Igreja Católica no século 20. Com o objetivo de modernizar a
Igreja e atrair os cristãos afastados da religião, o papa João XXIII convidou
bispos de todo o mundo para diversos encontros, debates e votações no Vaticano.
Da pauta dessas discussões constavam temas como os rituais da missa, os deveres
de cada padre, a liberdade religiosa e a relação da Igreja com os fiéis e os
costumes da época. "O Concílio tocou em temas delicados, que mudaram a
compreensão da Igreja sobre sua presença no mundo moderno. Foram repensadas,
por exemplo, as relações com as outras igrejas cristãs, o judaísmo e crenças
“não- cristãs", diz o teólogo Pedro Vasconcelos, da Pontifícia Universidade
Católica (PUC) de São Paulo. Após três anos de encontros, as autoridades
católicas promulgaram 16 documentos como resultado do Concílio. Muitas
novidades apareceram nas questões teológicas e na hierarquia da Igreja. O papa,
por exemplo, aceitou dividir parte de seu poder com outros cardeais. E as
missas passaram a ser rezadas na língua de cada país - antes eram celebradas
sempre em latim! Na questão dos costumes, porém, o encontro foi pouco liberal.
A Igreja continuou condenando o sexo antes do casamento e defendendo o celibato
(proibição de se casar e de transar) para os padres. No quadro ao lado, você
confere o que mudou - e o que ficou na mesma - depois dessa reforma na Igreja
Católica.
MUDANÇA DE HÁBITO
MISSA
ANTES DO CONCÍLIO-REZADA EM LATIM,COM O PADRE VOLTADO PARA O ALTAR,DE COSTAS PARA OS FIÉIS.APENAS MEMBROS DO CLERO COMANDAVAM A CELEBRAÇÃO.
DEPOIS DO CONCÍLIO-REZADA NO IDIOMA DE CADA PAÍS,COM O PADRE DE FRENTE PARA O PÚBLICO.MULHERES E HOMENS LEIGOS(QUE NÃO SÃO DO CLERO)PODEM AJUDAR NA CELEBRAÇÃO.
SEXO
ANTES DO CONCÍLIO-DOUTRINA RÍGIDA,CONTRÁRIA AO SEXO ANTES DO CASAMENTO E AO ABORTO,MESMO EM CASO DE ESTUPRO.
DEPOIS DO CONCÍLIO-MANTEVE A MESMA POSIÇÃO.
RELACIONAMENTO COM OUTRAS RELIGIÕES
ANTES DO CONCÍLIO-DESCONFIANÇA EM RELAÇÃO AOS ENSINAMENTOS DE OUTRAS RELIGIÕES NÃO-CRISTÃS.
DEPOIS DO CONCÍLIO-ACEITA A IDEIA DE QUE,POR MEIO DE OUTRAS RELIGIÕES,TAMBÉM É POSSÍVEL CONHECER A DEUS E A SALVAÇÃO.
CULTO AOS SANTOS
ANTES DO CONCÍLIO-PROLIFERAÇÃO DE "SANTOS" CRIADOS PELA CRENÇA POPULAR E NÃO-CANONIZADO PELA IGREJA.
DEPOIS DO CONCÍLIO-"SANTOS" NÃO-CANONIZADOS SÃO ABOLIDOS.CRISTO VOLTA A SER O CENTRO DA ATENÇÃO NAS MISSAS
COMPORTAMENTO DO SACERDOTE
ANTES DO CONCÍLIO-USO OBRIGATÓRIO DA BATINA E DE OUTROS SÍMBOLOS DA IGREJA.CASAMENTO E RELAÇÕES SEXUAIS SÃO PROIBIDAS.
DEPOIS DO CONCÍLIO-CAI O USO OBRIGATÓRIO DA BATINA E DOS OUTROS SÍMBOLOS DA IGREJA.CASAMENTO E RELAÇÕES SEXUAIS CONTINUAM SENDO PROIBIDAS.
QUESTÕES POLÍTICAS
ANTES DO CONCÍLIO-CONDENAÇÃO DO CAPITALISMO E ESFORÇOS PARA EVITAR A "CONTAMINAÇÃO"DO CATOLICISMO POR IDEIAS COMUNISTAS.
DEPOIS DO CONCÍLIO-CONTINUA A CONDENAÇÃO AO CAPITALISMO E AO COMUNISMO,MAS AUMENTA UM POUCO A LIBERDADE DOS TEÓLOGOS PARA INTERPRETAR A BÍBLIA.
PARA VER ALGUNS DOCUMENTOS DO CONCÍLIO VATICANO II É SÓ ACESSAR:http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/index_po.htm
PERGUNTA A SER RESPONDIDA NO CADERNO:
1-DE ACORDO COM O QUE VIMOS A CIMA...O QUE É QUE,NA NOSSA COMUNIDADE,ESTÁ DE ACORDO COM O CONCÍLIO VATICANO II E O QUE PRECISA MUDAR?
segunda-feira, 23 de julho de 2012
A Igreja Católica no contexto da Reforma e da Contra-Reforma
Uma série de questões propriamente religiosas colocavam a Igreja como alvo da crítica da sociedade;a corrupção do clero,a ignorância religiosa dos poderes comuns e os novos estudos teológicos.As graves críticas a Igreja já não permitiam apenas consertar internamente a casa.As insatisfações acumularam-se de tal maneira que desencadearam um movimento de ruptura na unidade cristã: A Reforma Protestante.
A Igreja Católica na Idade Média
Durante toda a idade media ela detinha vários poderes, o econômico (com seus grandes lotes de terras), o poder político (influencia nas decisões locais), poder jurídico (interferia na elaboração das leis) e poder social (estabelecia a moral da sociedade).
Ela era a única religião, portanto mandava “caçar” quem se mantivesse conta ela. É nessa época que acontece um dos episódios mais lamentáveis da igreja católica, que é o tribunal do santo oficio, conhecido também pelo tribunal da santa inquisição,. Quem era contrario a igreja era torturado, e queimado.
Ela entre em decadência com a reforma protestante liderada pelo Martinho Lutero, que após ser excomungado criou novas religiões.
A Igreja Católica no tempo de perseguição
Perseguição aos cristãos é o nome dado aos maus tratos físicos ou psicológicos, incluindo agressões e mortes sofridas por cristãos por causa da sua fé na pregação deJesus. Estas perseguições foram levadas a cabo naAntiguidade não somente pelos judeus, de cuja religião oCristianismo era visto como uma ramificação, mas também pelos imperadores do Império Romano, que controlava grande parte das terras onde o Cristianismo primitivo se distribuiu, e onde era considerado uma seita. Tal perseguição pelos imperadores teve fim com a legalização da religião cristã porConstantino I, no início do século IV.
Nos últimos séculos, os cristãos foram perseguidos por outros grupos religiosos, incluindo muçulmanos e hindus, e por Estados ateístas como a União Soviética e República Popular da China.
Perseguições aos cristãos também vem ocorrendo em dezenas de países [1] como Irã, Uzbequistão, Coreia do Norte,[2][3] Maldivas,Cuba e Eritreia, principalmente por parte de fundamentalistas islâmicos.[4]
A estrutura da Igreja Católica Apostólica Romana(ICAR)
A Igreja Católica tem uma hierarquia, sendo o seu Chefe o Papa. A expressão "Santa Sé" significa o conjunto do Papa e dos dicastérios da Cúria Romana, que o ajudam no governo de toda a Igreja.
A Igreja tem uma estrutura hierárquica de títulos que são, em ordem descendente:
- Papa, que é o Sumo Pontífice e chefe da Igreja Católica, o guardador da integridade e totalidade do depósito da fé, o Vigário de Cristo na Terra, o Bispo de Roma e o possuidor do Pastoreio de todos os cristãos, concedido por Jesus Cristo a São Pedro e, consequentemente, a todos os Papas. Esta autoridade papal (Jurisdição Universal) vem da fé de que ele é o sucessor directo do Apóstolo São Pedro [61]. Na Igreja latina e em algumas das orientais, só o Papa pode designar os membros da Hierarquia da Igreja acima do nível de presbítero. Aos Papas atribui-seinfalibilidade. Por essa prerrogativa, as decisões papais em questões de fé e costumes (moral) são infalíveis quando proclamadas ex-cathedra.[62] Todos os membros da hierarquia respondem perante o Papa e a sua corte papal, chamada de Cúria Romana.
- Cardeais são os conselheiros e os colaboradores mais íntimos do Papa, sendo todos eles bispos (alguns só são titulares). Aliás, o próprio Papa é eleito, de forma vitalícia (aabdicação é rara, porque já não acontecia desde a Idade Média) pelo Colégio dos Cardeais. A cada cardeal é atribuída uma igreja ou capela (e daí a classificação emcardeal-bispo, cardeal-presbítero e cardeal-diácono) em Roma para fazer dele membro doclero da cidade. Muitos dos cardeais servem na Cúria, que assiste o Papa na administração da Igreja. Todos os cardeais que não são residentes em Roma são bispos diocesanos.
- Patriarcas são normalmente títulos possuídos por alguns líderes das Igrejas Católicas Orientais sui juris. Estes patriarcas orientais, que ao todo são seis, são eleitos pelos seus respectivos Sínodos e depois reconhecidos pelo Papa. Mas alguns dos grandes prelados daIgreja Latina, como o Patriarca de Lisboa e o Patriarca de Veneza, receberam também o título de Patriarca, apesar de ser apenas honorífico e não lhes conferirem poderes adicionais.
- Arcebispos (Metropolita ou Titular) são bispos que, na maioria dos casos, estão à frente das arquidioceses. Se a sua arquidiocese for a sede de uma província eclesiástica, eles normalmente têm também poderes de supervisão e jurisdição limitada sobre asdioceses (chamadas sufragâneas) que fazem parte da respectiva província eclesiástica.
- Bispos (Diocesano, Titular e Emérito) são os sucessores directos dos doze Apóstolos. Receberam o todo do sacramento da Ordem, o que lhe confere, na maioria dos casos, jurisdição completa sobre os fiéis da sua diocese.
- Presbíteros ou Padres são os colaboradores dos bispos e só têm um nível de jurisdição parcial sobre os fiéis. Alguns deles lideram as paróquias da sua diocese.
- Monsenhor é um título honorário para um presbítero, que não dá quaisquer poderes sacramentais adicionais.
- Diáconos são os auxiliares dos presbíteros e bispos e possuem o primeiro grau do Sacramento da Ordem. São ordenados não para o sacerdócio, mas para o serviço da caridade, da proclamação da Palavra de Deus e da liturgia. Apesar disso, eles não consagram a hóstia (parte central da Missa) e não administram a Unção dos enfermos e a Reconciliação.
Todos os ministros sagrados supra-mencionados fazem parte do clero. A Igreja acredita que os seus clérigos são "ícones de Cristo"[63], logo todos eles são homens, porque os doze Apóstolos são todos homens e Jesus, na sua forma humana, também é homem [64]. Mas isto não quer dizer que o papel da mulher na Igreja seja menos importante, mas apenas diferente [65]. Exceptuando em casos referentes a padres ordenados pelas Igrejas orientais, aos diáconos permanentes e a alguns casos excepcionais, todo o clero católico é celibatário [66]. Os clérigos são importantes porque efectuam exclusivamente determinadas tarefas, como a celebração da Missa e dos sacramentos.
Uma freira.
Existem ainda funções menores: Leitor, Ministro Extraordinário da Comunhão eucarística, Ministro da Palavra e Acólito. Estas funções tomados em conjunto não fazem parte do clero, pois são conferidas aos leigos, uma vez que, para entrar para o sacerdócio, é preciso ao católico receber o sacramento daOrdem. Desde o Concílio Vaticano II, os leigos tornaram-se cada vez mais importantes no seio da vida eclesial e gozam de igualdade em relação ao clero, em termos de dignidade, mas não de funções [67].
Dentro da Igreja, também existem um grupo de leigos ou de clérigos que decidiram tomar uma vida consagrada e normalmente agrupam-se em ordens religiosas, congregações religiosas ou em institutos seculares, existindo porém aqueles que vivem isoladamente ou até junto dos não-consagrados. Estes movimentos apostólicos têm a sua própria hierarquia e títulos específicos. Destacam-se os seguintes:
São Paulo Missionário: Fundador de comunidades e autor das cartas que alimentam a vida e a fé das comunidades.
A VIDA DE SÃO PAULO
Paulo nasceu entre o ano 5 e 10 da era cristã, em Tarso, capital da Cilícia, na Ásia Menor, cidade aberta às influências culturais e às trocas comerciais entre o Oriente e o Ocidente. Descende de uma família de judeus da diáspora, pertencente à tribo de Benjamim, que observava rigorosamente a religião dos seus pais, sem recusar os contactos com a vida e a cultura do Império Romano.
AS CARTAS DE SÃO PAULO
- CARTA AOS ROMANOS
- 1ª E 2ª CARTA AOS CORÍNTIOS
- CARTA AOS GÁLATAS
- CARTA AOS EFÉSIOS
- CARTA AOS FILIPENSES
- CARTA AOS COLOSSENSES
- 1ª E 2ª CARTA AOS TESSALONICENSES
- 1ª E 2ª CARTA À TIMÓTEIO
- CARTA A TITO
- CARTA A FILEMON
AS TRÊS LONGAS VIAGENS DE SÃO PAULO
As etapas da grande aventura missionária de Paulo são conhecidas graças aos testemunhos dos Actos dos Apóstolos, e das Cartas que o Apóstolo escreveu às comunidades por ele fundadas, nas suas três longas viagens, para acompanharem e completarem a sua pregação oral.
As três viagens começam e terminam em Antioquia.
As três viagens começam e terminam em Antioquia.
1ª VIAGEM DE SÃO PAULO: (Do ano 45 ao 49) (AT 13,1-15.35)
Paulo, acompanhado de Barnabé e Marcos, parte para Chipre, cidades de Salamina e Pafos, depois Perga da Panfília (onde Marcos os deixa), Antioquia da Pisídia, Icónio, Listra e Derbe (na actual Turquia). Voltam a Antioquia e depois vão a Jerusalém.
2ª VIAGEM DE SÃO PAULO: (Do ano 49 ao 52) (AT 15,36;18,22)
Paulo, acompanhado por Silvano, passa por Derbe, Listra (onde se lhes junta o jovem Timóteo), Icónio e Antioquia. Chegam à Galácia, Tróade (onde se lhes junta Lucas), Neapolis, Filipos, Tessalónica, Bereia, Atenas e Corinto, onde permaneceram dois anos e conheceram o proconsul Galião, no ano 52 d. C. tendo depois voltado a Antioquia.
3ª VIAGEM DE SÃO PAULO: (Do ano 53 ao 58)
Paulo partiu de Antioquia com Tito e Timóteo e talvez também com os macedónios Gaio e Aristarco (Act 19,29). Seguiram para Éfeso onde Paulo permaneceu durante três anos (Act 18,23; 21,16), pregando na escola do reitor Tirano em Éfeso. De Éfeso seguem para Laodiceia, Colossos, Gerápoles, Tróade, Macedónia, Antioquia e depois para Jerusalém. (Act 20,3; 21,16)
No fim desta 3.ª viagem, logo que Paulo entra em Jerusalém os seus adversários voltam ao ataque: Paulo é preso (Act 21,27s), comparece diante do Sinédrio e para escapar a uma agressão dos judeus é transferido para Cesareia pelas autoridades romanas. Aqui compareceu diante do procurador Félix. Passados dois anos Paulo apelou para o imperador César (Act 25,11). No Outono do ano 60, Paulo, acompanhado por Lucas, parte para Roma, preso e guardado por um centurião. Depois de terem naufragado em Malta, onde passaram o Inverno, chegaram a Roma na Primavera do ano 61.
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