quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O Corpo de Cristo

Nós,Igreja,somos o Corpo de Cristo...

Abra a sua Palavra(Bíblia) em 1ª Carta de São Paulo aos Coríntios 12,1-31

Paulo diz de várias formas que existem vários membros,mas um só corpo que é Cristo!

Paulo diz assim: "De fato, o corpo é um só,mas tem muitos membros; e no entanto, apesar de serem muitos, todos os membros do corpo formam um só corpo."(1Cor 12,12)

Paulo nesse versículo diz uma coisa de interessante "De fato, o corpo é um só,mas tem muitos membros;" Logo após Paulo diz: "Os membros do corpo que parecem mais fracos são os mais necessários; e aqueles membros que parecem menos digno de honra são os que cercamos de maior honra; e os nossos membros que são menos decentes, nós os tratamos com maior decência; os que são decentes não precisam de cuidados"(1Cor 12,22-24)

Paulo diz nesses versículos que no Corpo de Cristo todos os membros são necessários até aqueles que pensamos que não servem para mais nada!!!!

Aqui finalizamos o nosso encontro!





quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O CONCÍLIO VATICANO II

Foi uma série de conferências realizadas entre 1962 e 1965, consideradas o grande evento da Igreja Católica no século 20. Com o objetivo de modernizar a Igreja e atrair os cristãos afastados da religião, o papa João XXIII convidou bispos de todo o mundo para diversos encontros, debates e votações no Vaticano. Da pauta dessas discussões constavam temas como os rituais da missa, os deveres de cada padre, a liberdade religiosa e a relação da Igreja com os fiéis e os costumes da época. "O Concílio tocou em temas delicados, que mudaram a compreensão da Igreja sobre sua presença no mundo moderno. Foram repensadas, por exemplo, as relações com as outras igrejas cristãs, o judaísmo e crenças “não- cristãs", diz o teólogo Pedro Vasconcelos, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo. Após três anos de encontros, as autoridades católicas promulgaram 16 documentos como resultado do Concílio. Muitas novidades apareceram nas questões teológicas e na hierarquia da Igreja. O papa, por exemplo, aceitou dividir parte de seu poder com outros cardeais. E as missas passaram a ser rezadas na língua de cada país - antes eram celebradas sempre em latim! Na questão dos costumes, porém, o encontro foi pouco liberal. A Igreja continuou condenando o sexo antes do casamento e defendendo o celibato (proibição de se casar e de transar) para os padres. No quadro ao lado, você confere o que mudou - e o que ficou na mesma - depois dessa reforma na Igreja Católica.


MUDANÇA DE HÁBITO
MISSA

ANTES DO CONCÍLIO-REZADA EM LATIM,COM O PADRE VOLTADO PARA O ALTAR,DE COSTAS PARA OS FIÉIS.APENAS MEMBROS DO CLERO COMANDAVAM A CELEBRAÇÃO.

DEPOIS DO CONCÍLIO-REZADA NO IDIOMA DE CADA PAÍS,COM O PADRE DE FRENTE PARA O PÚBLICO.MULHERES E HOMENS LEIGOS(QUE NÃO SÃO DO CLERO)PODEM AJUDAR NA CELEBRAÇÃO.

SEXO

ANTES DO CONCÍLIO-DOUTRINA RÍGIDA,CONTRÁRIA AO SEXO ANTES DO CASAMENTO E AO ABORTO,MESMO EM CASO DE ESTUPRO.

DEPOIS DO CONCÍLIO-MANTEVE A MESMA POSIÇÃO.

RELACIONAMENTO COM OUTRAS RELIGIÕES

ANTES DO CONCÍLIO-DESCONFIANÇA EM RELAÇÃO AOS ENSINAMENTOS DE OUTRAS RELIGIÕES NÃO-CRISTÃS.

DEPOIS DO CONCÍLIO-ACEITA A IDEIA DE QUE,POR MEIO DE OUTRAS RELIGIÕES,TAMBÉM É POSSÍVEL CONHECER A DEUS E A SALVAÇÃO.

CULTO AOS SANTOS

ANTES DO CONCÍLIO-PROLIFERAÇÃO DE "SANTOS" CRIADOS PELA CRENÇA POPULAR E NÃO-CANONIZADO PELA IGREJA.

DEPOIS DO CONCÍLIO-"SANTOS" NÃO-CANONIZADOS SÃO ABOLIDOS.CRISTO VOLTA A SER O CENTRO DA ATENÇÃO NAS MISSAS

COMPORTAMENTO DO SACERDOTE

ANTES DO CONCÍLIO-USO OBRIGATÓRIO DA BATINA E DE OUTROS SÍMBOLOS DA IGREJA.CASAMENTO E RELAÇÕES SEXUAIS SÃO PROIBIDAS.

DEPOIS DO CONCÍLIO-CAI O USO OBRIGATÓRIO DA BATINA E DOS OUTROS SÍMBOLOS DA IGREJA.CASAMENTO E RELAÇÕES SEXUAIS CONTINUAM SENDO PROIBIDAS.

QUESTÕES POLÍTICAS

ANTES DO CONCÍLIO-CONDENAÇÃO DO CAPITALISMO E ESFORÇOS PARA EVITAR A "CONTAMINAÇÃO"DO CATOLICISMO POR IDEIAS COMUNISTAS.

DEPOIS DO CONCÍLIO-CONTINUA A CONDENAÇÃO AO CAPITALISMO E AO COMUNISMO,MAS AUMENTA UM POUCO A LIBERDADE DOS TEÓLOGOS PARA INTERPRETAR A BÍBLIA.

PARA VER ALGUNS DOCUMENTOS DO CONCÍLIO VATICANO II É SÓ ACESSAR:http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/index_po.htm


PERGUNTA A SER RESPONDIDA NO CADERNO:

1-DE ACORDO COM O QUE VIMOS A CIMA...O QUE É QUE,NA NOSSA COMUNIDADE,ESTÁ DE ACORDO COM O CONCÍLIO VATICANO II E O QUE PRECISA MUDAR?

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A Igreja Católica no contexto da Reforma e da Contra-Reforma

Uma série de questões propriamente religiosas colocavam a Igreja como alvo da crítica da sociedade;a corrupção do clero,a ignorância religiosa dos poderes comuns e os novos estudos teológicos.As graves críticas a Igreja já não permitiam apenas consertar internamente a casa.As insatisfações acumularam-se de tal maneira que desencadearam um movimento de ruptura na unidade cristã: A Reforma Protestante.

A Igreja Católica na Idade Média


No ano de 391, o império Romano decretou a religião oficial como sendo a católica, então ele logo começo a ganhar força no continente europeu. Nem se quer a invasão dos povos bárbaros que destruirão o império romano, impediu o crescimento do império romano.
Durante toda a idade media ela detinha vários poderes, o econômico (com seus grandes lotes de terras), o poder político (influencia nas decisões locais), poder jurídico (interferia na elaboração das leis) e poder social (estabelecia a moral da sociedade).
Ela era a única religião, portanto mandava “caçar” quem se mantivesse conta ela. É nessa época que acontece um dos episódios mais lamentáveis da igreja católica, que é o tribunal do santo oficio, conhecido também pelo tribunal da santa inquisição,. Quem era contrario a igreja era torturado, e queimado.
Ela entre em decadência com a reforma protestante liderada pelo Martinho Lutero, que após ser excomungado criou novas religiões.

A Igreja Católica no tempo de perseguição


Perseguição aos cristãos é o nome dado aos maus tratos físicos ou psicológicos, incluindo agressões e mortes sofridas por cristãos por causa da sua  na pregação deJesus. Estas perseguições foram levadas a cabo naAntiguidade não somente pelos judeus, de cuja religião oCristianismo era visto como uma ramificação, mas também pelos imperadores do Império Romano, que controlava grande parte das terras onde o Cristianismo primitivo se distribuiu, e onde era considerado uma seita. Tal perseguição pelos imperadores teve fim com a legalização da religião cristã porConstantino I, no início do século IV.
Nos últimos séculos, os cristãos foram perseguidos por outros grupos religiosos, incluindo muçulmanos e hindus, e por Estados ateístas como a União Soviética e República Popular da China.
Perseguições aos cristãos também vem ocorrendo em dezenas de países [1] como IrãUzbequistãoCoreia do Norte,[2][3] Maldivas,Cuba e Eritreia, principalmente por parte de fundamentalistas islâmicos.[4]

A estrutura da Igreja Católica Apostólica Romana(ICAR)


A Igreja Católica tem uma hierarquia, sendo o seu Chefe o Papa. A expressão "Santa Sé" significa o conjunto do Papa e dos dicastérios da Cúria Romana, que o ajudam no governo de toda a Igreja.
A Igreja tem uma estrutura hierárquica de títulos que são, em ordem descendente:
  • Papa, que é o Sumo Pontífice e chefe da Igreja Católica, o guardador da integridade e totalidade do depósito da fé, o Vigário de Cristo na Terra, o Bispo de Roma e o possuidor do Pastoreio de todos os cristãos, concedido por Jesus Cristo a São Pedro e, consequentemente, a todos os Papas. Esta autoridade papal (Jurisdição Universal) vem da  de que ele é o sucessor directo do Apóstolo São Pedro [61]. Na Igreja latina e em algumas das orientais, só o Papa pode designar os membros da Hierarquia da Igreja acima do nível de presbítero. Aos Papas atribui-seinfalibilidade. Por essa prerrogativa, as decisões papais em questões de  e costumes (moral) são infalíveis quando proclamadas ex-cathedra.[62] Todos os membros da hierarquia respondem perante o Papa e a sua corte papal, chamada de Cúria Romana.
    • Cardeais são os conselheiros e os colaboradores mais íntimos do Papa, sendo todos eles bispos (alguns só são titulares). Aliás, o próprio Papa é eleito, de forma vitalícia (aabdicação é rara, porque já não acontecia desde a Idade Média) pelo Colégio dos Cardeais. A cada cardeal é atribuída uma igreja ou capela (e daí a classificação emcardeal-bispocardeal-presbítero e cardeal-diácono) em Roma para fazer dele membro doclero da cidade. Muitos dos cardeais servem na Cúria, que assiste o Papa na administração da Igreja. Todos os cardeais que não são residentes em Roma são bispos diocesanos.
  • Presbíteros ou Padres são os colaboradores dos bispos e só têm um nível de jurisdição parcial sobre os fiéis. Alguns deles lideram as paróquias da sua diocese.
    • Monsenhor é um título honorário para um presbítero, que não dá quaisquer poderes sacramentais adicionais.
Todos os ministros sagrados supra-mencionados fazem parte do clero. A Igreja acredita que os seus clérigos são "ícones de Cristo"[63], logo todos eles são homens, porque os doze Apóstolos são todos homens e Jesus, na sua forma humana, também é homem [64]. Mas isto não quer dizer que o papel da mulher na Igreja seja menos importante, mas apenas diferente [65]. Exceptuando em casos referentes a padres ordenados pelas Igrejas orientais, aos diáconos permanentes e a alguns casos excepcionais, todo o clero católico é celibatário [66]. Os clérigos são importantes porque efectuam exclusivamente determinadas tarefas, como a celebração da Missa e dos sacramentos.
Uma freira.
Existem ainda funções menores: Leitor, Ministro Extraordinário da Comunhão eucarística, Ministro da Palavra e Acólito. Estas funções tomados em conjunto não fazem parte do clero, pois são conferidas aos leigos, uma vez que, para entrar para o sacerdócio, é preciso ao católico receber o sacramento daOrdem. Desde o Concílio Vaticano II, os leigos tornaram-se cada vez mais importantes no seio da vida eclesial e gozam de igualdade em relação ao clero, em termos de dignidade, mas não de funções [67].
Dentro da Igreja, também existem um grupo de leigos ou de clérigos que decidiram tomar uma vida consagrada e normalmente agrupam-se em ordens religiosascongregações religiosas ou em institutos seculares, existindo porém aqueles que vivem isoladamente ou até junto dos não-consagrados. Estes movimentos apostólicos têm a sua própria hierarquia e títulos específicos. Destacam-se os seguintes:

São Paulo Missionário: Fundador de comunidades e autor das cartas que alimentam a vida e a fé das comunidades.

A VIDA DE SÃO PAULO
Paulo nasceu entre o ano 5 e 10 da era cristã, em Tarso, capital da Cilícia, na Ásia Menor, cidade aberta às influências culturais e às trocas comerciais entre o Oriente e o Ocidente. Descende de uma família de judeus da diáspora, pertencente à tribo de Benjamim, que observava rigorosamente a religião dos seus pais, sem recusar os contactos com a vida e a cultura do Império Romano.

AS CARTAS DE SÃO PAULO
  • CARTA AOS ROMANOS
  • 1ª E 2ª CARTA AOS CORÍNTIOS 
  • CARTA AOS GÁLATAS
  • CARTA AOS EFÉSIOS
  • CARTA AOS FILIPENSES
  • CARTA AOS COLOSSENSES 
  • 1ª E 2ª CARTA AOS  TESSALONICENSES
  • 1ª E 2ª CARTA À TIMÓTEIO
  • CARTA A TITO
  • CARTA A FILEMON 


AS TRÊS LONGAS VIAGENS DE SÃO PAULO
As etapas da grande aventura missionária de Paulo são conhecidas graças aos testemunhos dos Actos dos Apóstolos, e das Cartas que o Apóstolo escreveu às comunidades por ele fundadas, nas suas três longas viagens, para acompanharem e completarem a sua pregação oral.
As três viagens começam e terminam em Antioquia.

1ª VIAGEM DE SÃO PAULO: (Do ano 45 ao 49) (AT 13,1-15.35)
Paulo, acompanhado de Barnabé e Marcos, parte para Chipre, cidades de Salamina e Pafos, depois Perga da Panfília (onde Marcos os deixa), Antioquia da Pisídia, Icónio, Listra e Derbe (na actual Turquia). Voltam a Antioquia e depois vão a Jerusalém.

2ª VIAGEM DE SÃO PAULO: (Do ano 49 ao 52) (AT 15,36;18,22)
Paulo, acompanhado por Silvano, passa por Derbe, Listra (onde se lhes junta o jovem Timóteo), Icónio e Antioquia. Chegam à Galácia, Tróade (onde se lhes junta Lucas), Neapolis, Filipos, Tessalónica, Bereia, Atenas e Corinto, onde permaneceram dois anos e conheceram o proconsul Galião, no ano 52 d. C. tendo depois voltado a Antioquia. 

3ª VIAGEM DE SÃO PAULO: (Do ano 53 ao 58)
Paulo partiu de Antioquia com Tito e Timóteo e talvez também com os macedónios Gaio e Aristarco (Act 19,29). Seguiram para Éfeso onde Paulo permaneceu durante três anos (Act 18,23; 21,16), pregando na escola do reitor Tirano em Éfeso. De Éfeso seguem para Laodiceia, Colossos, Gerápoles, Tróade, Macedónia, Antioquia e depois para Jerusalém. (Act 20,3; 21,16)
 No fim desta 3.ª viagem, logo que Paulo entra em Jerusalém os seus adversários voltam ao ataque: Paulo é preso (Act 21,27s), comparece diante do Sinédrio e para escapar a uma agressão dos judeus é transferido para Cesareia pelas autoridades romanas. Aqui compareceu diante do procurador Félix. Passados dois anos Paulo apelou para o imperador César (Act 25,11). No Outono do ano 60, Paulo, acompanhado por Lucas, parte para Roma, preso e guardado por um centurião. Depois de terem naufragado em Malta, onde passaram o Inverno, chegaram a Roma na Primavera do ano 61.




A Boa Notícia anunciada aos pagãos - AT 15

Eu vou,neste tema,postar um resumo da passagem bíblica que enfoca o tema!


Enraizada no ambiente judaico e pagão,a Igreja enfrenta o primeiro grande conflito.Os cristãos provenientes do judaísmo continuavam praticando a circuncisão e observando as prescrições da Lei.A evangelização não obrigava os pagãos convertidos a esses costumes judaicos.Contudo,alguns de Jerusalém(fariseus convertidos - cf. v.5) começaram a ensinar que também os pagãos,para se salvarem,deviam observar as mesmas coisas que os judeus convertidos.Em outras palavras,primeiro deviam ser "judaizados" e depois cristianizados.A questão era muito séria:os costumes judaicos pertencem à essência da mensagem cristã? Até que ponto a ação missionária da Igreja transmite o Evangelho, ou confunde o Evangelho com determinado contexto sociocultural,impondo a um povo a cosmovisão de outro? O Evangelho é fermento libertador,e não super-estrutura que aprisiona a perverte a alma do povo.O discurso de Pedro é fundamental e contem a orientação conciliar.Pedro parte de fatos concretos: ele foi o primeiro evangelizador dos pagãos e compreendeu que Deus não faz distinção entre pagão e judeu(cf. AT 10,34.44-47),mas concede a ambos o mesmo Espírito Santo que leva o homem a seguir Jesus.Depois,Pedro salienta que os costumes judaicos são um jugo,isto é,um elemento cultural que não deve ser imposto aos pagãos,pois o que salva a todos é a graça que leva à fé em Jesus Cristo.Barnabé e Paulo reforçam o testemunho de Pedro.Tiago é a maior autoridade na Igreja de Jerusalém.Falando aos judeus-cristãos ele reforça a afirmação de Pedro e a fundamenta no Antigo Testamento.Os vv.20-21(e igualmente o v.29) faltam em textos antigos; alguns estudiosos acham que foram acrescentados posteriormente ao livro ou modificados. Parece que Lucas juntou duas reuniões diferentes num só relato.Primeiro,houve uma,onde não se fizeram restrições e na qual se dava plena liberdade às Igrejas dos pagãos convertidos (cf. Gl 2,1-10).Depois apareceram dificuldades pastorais em comunidades onde havia judeus e pagãos.Os judeus aceitavam os outros como irmãos em Cristo,mas não comiam com eles para não ficarem impuros(cf. Gl 2,11 ss).Então Tiago decretou essas restrições para tais Igrejas de judeus e pagãos.A carta conciliar naõ tem caráter dogmático;é apenas uma orientação pastoral.Quanto às restrições do v.29,cf.nota anterior.Lucas salienta o clima de alegria na assembléia ao tomar conhecimento da decisão conciliar.Doravante,não existe mais obstáculos para a expansão da Igreja em ambiente pagão.O v.34 falta nos melhores manuscritos.Os conflitos se fazem sentir também entre as lideranças da Igreja.Todavia,não chegam a paralisar;limitam-se a diversificar campos e estilos de pastoral.A característica básica da ação pastoral consiste em dar assistência às comunidades,afim de confirmá-las,estimulando-as a perseverar na fé.(vv.36.41;cf.14,22).

A conversão de São Paulo no contexto da perseguição e prisão de cristãos=Martírio

O que é Martírio?
R:.Martírio é a morte pelo Evangelho!


SAULO era um dos soldados daquela época e ele prendia qualquer um que vivesse ou proclamasse o EVANGELHO ... Um certo dia SAULO estava a caminho de DAMASCO para prender um discípulo daquele que o povo chamava de "MESSIAS",mas ele encontrou ANANIAS no caminho para DAMASCO e ANANIAS disse : "SAULO,você hoje será batizado e vai se chamar PAULO."


Qualquer dúvida sobre este tema é só ler: AT 9,1-25

A vinda dos primeiros cristãos.

Jesus escolhe os doze apóstolos,que formarão o núcleo da comunidade nova que Ele veio criar.A palavra "apóstolo" significa aquele que Jesus "envia" para continuar a sua obra.O povo vem de todas as partes ao encontro de Jesus,porque a ação Dele faz nascer a esperança de uma sociedade nova,libertada da alienação e dos males que afligem os homens.Os vv.20-26 proclamam o cerne de toda a atividade de Jesus: produzir uma sociedade justa e fraterna,aberta para a novidade de Deus. Para isso,é preciso libertar os pobres e famintos,os aflitos e os que são perseguidos por causa da justiça. Isso,porém,só se alcança denunciando aqueles que geram a pobreza e a opressão e depondo-os dos seus privilégios.Não é possível libertar o pobre da pobreza sem denunciar o rico para libertá-lo da riqueza.

(cf.Lc 6,12-26).

A pregação dos Apóstolos: O Querigma e o anúncio da Boa Notícia

O Querigma dos Apóstolos

A pregação dos Apóstolos enfoca, anuncia a pessoa de Jesus. Jesus anuncia o Reino; os apóstolos apresentam Jesus como a Boa Nova, como o Reino no meio de nós; apresentam Jesus, que trouxe a Salvação e veio instaurar o Reino do Senhor, o Reino de Deus.
Anunciavam Jesus, chamando-o pôr Yeshuah, que quer dizer Javé salva. A proclamação dos apóstolos apresenta Yeshuah, apresenta Jesus como uma pessoa concreta que foi enviada por Deus para nos salvar.
Jesus nos ensina que tudo que falamos devemos fazer e viver - e se não vivo aquilo que falo, não estou proclamando Jesus.
B)   Anunciam Jesus morto (At 2,23).  Anunciaram o Jesus que assumiu nosso pecado e morreu para poder libertar-nos. Pedro responsabiliza os judeus de havê-lo matado, mas Paulo diz: pediram a Pilatos e ele, naquele tempo representava o povo romano, portanto, em Pilatos rodos nós estamos representados. Participamos  dessa morte de Jesus. Ele se entregou por amor, e assim estava escrito. Essas referências nos mostram concretamente como morreu Jesus, pregado numa cruz. Naquele tempo, a morte de cruz era uma vergonha para o judeu, uma loucura para o pagão e os apóstolos anunciam através de que escândalo morreu Jesus, para que nós possamos ter vida. E Jesus morreu na cruz, totalmente desnudo, e os apóstolos anunciam que Jesus morreu na cruz por você, por todos nós e por amor. Algo bem concreto. A vergonha para os judeus, a loucura para os gentios, mas a liberdade para os que crêem.
 Jesus padeceu. - Ele sofreu, teve dor no Getsêmani, ali Ele sofreu toda a dor, porque era homem, mas entregou-se por amor. Sofre, assume, sente, chora, mas o faz por amor, para libertar-nos, para dar-nos nova vida. É por isso que anunciam os apóstolos: a diferença está em que tudo fez só por amor. 
Jesus foi sepultado. - Essa evocação ao sepulcro é para dizer ao homem que Jesus esteve sepultado, mas que não permaneceu no sepulcro, porque está vivo. Os apóstolos anunciam que Jesus desceu ao lugar dos mortos para liberta-nos, para dar-nos vida nova. Não só morreu e permaneceu na cruz, mas foi sepultado. Por que baixou Jesus à sepultura, ao lugar dos mortos? Por nossos pecados: “Morreu por nossos pecados” (cf. 1Cor 15).

                Aconteceram quatro fenômenos na morte de Jesus:

I.      Trevas. - As trevas não vieram após a morte de Jesus, mas antes. O mundo estava em trevas -”Era quase à hora sexta e em toda a terra houve trevas até a hora nona” (Lc 23,44). O mundo estava em trevas. Antes sofre o mundo nas trevas. Que significa isso? Significa a ausência, a falta de Deus no mundo, antes  que se aceite e receba Jesus. As trevas ficam para trás; quando Ele se entrega morre e, acabam-se as trevas para ter-se luz, para ter-se vida.

II.    Rasga-se o véu do templo. - “O véu do templo rasgou-se então de alto a baixo em duas partes ( Mc 15,38). O templo de Jerusalém, estava dividido em diferentes áreas. Com a morte de Jesus, rasgou-se o véu do templo, para que todos pudessem chegar ao lugar onde estava Deus. Já não existiam véus, etapas que impediam de ver, de entrar em contato com Deus, de estar com Deus. Então, rompe-se, quebra-se tudo aquilo que impedia o homem de estar com Deus, na presença de Deus. Com a morte de Jesus, a presença de Deus se torna realidade para nós, judeus e não judeus.

III.  Os mortos ressuscitavam. - “Os sepulcros se abriram e os corpos de muitos mortos ressuscitavam” ( Mt 27,52), porque Jesus vem dar vida.

IV. Treme a terra. - “A terra tremeu, fenderam-se as rochas”( Mt 27,51). O que significa a terra para nós? Significa segurança. Com o tremor da terra, move-se toda a segurança do homem, porque sua segurança deve estar em Jesus. Ele é a nossa segurança, mesmo que trema, que mova a terra.  Ao que crê não existe mais insegurança. E os apóstolos anunciam: Jesus, homem concreto, que morreu, ‘vocês o mataram’. Pilatos participou, Jesus foi sepultado, antes de morrer existiram trevas, a terra tremeu. Depois de sua morte, os mortos ressuscitaram, rompe-se o véu do templo.
Jesus Ressuscitou (cf. 1Cor 15). -  Anunciaram um Jesus ressuscitado. Foi ressuscitado. Jesus não ressuscitou por suas próprias forças. O Pai o ressuscitou, o Pai O levantou, o Pai lhe deu a vida. Essa ressurreição entra na linha progressiva da história da salvação do homem. Os apóstolos mostram: JESUS HOMEM - JESUS MORTO - JESUS RESSUSCITADO. Mostram a ação do Pai, a ação do Espírito Santo sobre Ele. Ao terceiro dia O ressuscita. Que significam esses três dias? Significam um lapso, um período determinado pelo tempo. Em três dias Jesus reconstruiu um verdadeiro templo de Deus, o homem. Ele não podia aproximar-se de Deus, e Jesus o reconstroi em três dias. Deus começa, então, a habitar no coração do homem, templo vivo do Espirito Santo, reconstruído por Jesus Cristo, em três dias. Depois de ressuscitá-lo Jesus aparece aos apóstolos. Que significam essas aparições? Não é uma prova de que ressuscitou, mas, sim, é uma manifestação de amor aos seus discípulos. É algo mais profundo do que estar vivo, é uma manifestação de encontro com os seus. 


O anúncio da Boa Notícia dada pelos Apóstolos




"Quando, porém, chegou a plenitude do tempo, enviou Deus seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sob a Lei, para remir os que estavam sob a Lei, a fim de que recebêssemos a adoção filial" (Gl 4,4-5). Este é "o Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus": Deus visitou seu povo, cumpriu as promessas feitas a Abraão e à sua descendência; fê-lo para além de toda expectativa: enviou seu "Filho bem-amado".



As freqüentes afirmações do Novo Testamento segundo as quais Jesus "ressuscitou dentre os mortos" (1Cor 15,20) pressupõem, anteriormente à ressurreição, que este tenha ficado na Morada dos Mortos. Este é o sentido primeiro que a pregação apostólica deu à descida de Jesus aos Infernos: Jesus conheceu a morte como todos os seres humanos e com sua alma esteve com eles na Morada dos Mortos. Mas para lá foi como Salvador, proclamando a boa notícia aos espíritos que ali estavam aprisionados.



"A Boa Nova foi igualmente anunciada aos mortos..." (1Pd 4,6). A descida aos Infernos é o cumprimento, até sua plenitude, do anúncio evangélico da salvação. É a fase última da missão messiânica de Jesus, fase condensada no tempo, mas imensamente vasta em sua significação real de extensão da obra redentora a todos os homens de todos os tempos e de todos os lugares, pois todos os que são salvos se tomaram participantes da Redenção.



É por isso que Cristo inaugura o anúncio da Boa Nova, fazendo sua esta passagem de Isaias (Lc 4,18-19):
O Espírito do Senhor está sobre mim,
porque ele me ungiu
para evangelizar os pobres;
curar aos de coração ferido;
enviou-me para proclamar a remissão aos presos,
e aos cegos a recuperação da vista,
para restituir a liberdade aos oprimidos

e para proclamar um ano de graça do Senhor.


Cabe ao Filho realizar, na plenitude dos tempos, o plano de salvação de seu Pai. Este é o motivo de sua "missão". "O Senhor Jesus iniciou sua Igreja pregando a Boa Nova, isto é, o advento do Reino de Deus prometido nas Escrituras havia séculos." Para cumprir a vontade do Pai, Cristo inaugurou o Reino dos Céus na terra. A Igreja "é o Reino de Cristo já misteriosamente presente"


Os caminhos da missão. "O Espírito Santo é o protagonista de toda a missão eclesial." É ele quem conduz a Igreja pelos caminhos da missão. "Esta missão, no decurso da história, continua e desdobra a missão do próprio Cristo, enviado a evangelizar os pobres. Eis por que a Igreja, impelida pelo Espírito de Cristo, deve trilhar a mesma senda de Cristo, isto é, o caminhos da pobreza, da obediência, do serviço e da imolação de si até a, morte, da qual Ele saiu vencedor por sua Ressurreição." É assim que "o sangue dos mártires é uma semente de cristãos".



Todas as Escrituras (a Lei, os Profetas e os Salmos) se realizam em Cristo. O Evangelho é esta "Boa nova". Seu primeiro anúncio é resumido por S. Mateus no Sermão da Montanha. Ora,, a oração ao Nosso Pai encontra-se no centro deste anúncio. E este contexto que ilumina cada pedido da oração que o Senhor nos deixou:

A Oração dominical é a mais perfeita das orações... Nela, não só pedimos tudo Quanto podemos desejar corretamente, mas ainda segundo a ordem em que convém desejá-lo. De modo que esta oração não só nos ensina a pedir, mas ordena também todos os nossos afetos.




"Anunciamo-vos a Boa Nova: a promessa, feita a nossos pais, Deus a realizou plenamente para nós, seus filhos, ressuscitando Jesus" (At 13,32-33). A Ressurreição de Jesus é a verdade culminante de nossa fé em Cristo, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã, transmitida como fundamental pela Tradição, estabelecida pelos documentos do Novo Testamento, pregada, juntamente com a Cruz, como parte essencial do Mistério Pascal.
Cristo ressuscitou dos mortos.
Por sua morte venceu a morte,

Aos mortos deu a vida.



Nosso Senhor ligou o perdão dos pecados à fé e ao Batismo: "Ide por todo o mundo e proclamai o Evangelho a toda criatura. Aquele que crer e for batizado será salvo" (Mc 16,15.16). O Batismo é o primeiro e principal sacramento do perdão dos pecados, porque nos une a Cristo morto por nossos pecados, ressuscitado para nossa justificação, para que "também vivamos vida nova" (Rm 6,4).



Jesus convida à conversão. Este apelo é parte essencial do anúncio do Reino: "Cumpriu-se o tempo e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho" (Mc 1,15). Na pregação da Igreja este apelo é feito em primeiro lugar aos que ainda não conhecem a Cristo e seu Evangelho. Além disso, o Batismo é o principal lugar da primeira e fundamental conversão. É pela fé na Boa Nova e pelo Batismo que se renuncia ao mal e se adquire a salvação, isto é, a remissão de todos os pecados e o dom da nova vida.



Deus abençoa aqueles que ajudam os pobres e reprova aqueles que se afastam deles: "Dá ao que te pede e não voltes as costas ao que te pede emprestado" (Mt 5,42). "De graça recebestes, de graça dai" (Mt 10,8). Jesus Cristo reconhecerá seus eleitos pelo que tiverem feito pelos pobres. Temos o sinal da presença de Cristo quando "os pobres são evangelizados" (Mt 11,53)

"A Boa Nova de Cristo restaura constantemente a vida e a cultura do homem decaído, combate e remove os erros e os males decorrentes da sempre ameaçadora sedução do pecado. Purifica e eleva incessantemente os costumes dos povos. Com as riquezas do alto ela fecunda, como que por dentro, as qualidades do espírito e os dotes de cada povo e de cada idade; fortifica-os, aperfeiçoa-os e restaura-os em Cristo."

O mistério pascal da Cruz e da Ressurreição de Cristo está no centro da Boa Nova que os apóstolos e a Igreja, na esteira deles, devem anunciar ao mundo. O projeto salvador de Deus realizou-se "uma vez por todas" (Hb 9,26) pela morte redentora de seu Filho, Jesus Cristo.

Imagens de Pentecostes


Pentecostes


Pentecostes (em grego antigoπεντηκοστή [ἡμέρα], pentekostē [hēmera], "o quinquagésimo [dia]") é uma das celebraçőes importantes do calendário cristão, e comemora a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos de Jesus Cristo. O Pentecostes é celebrado 50 dias depois do domingo de Páscoa. O dia de Pentecostes ocorre no décimo dia depois do dia da Ascensão de Jesus.
Pentecostes é histórica e simbolicamente ligado ao festival judaico da colheita, que comemora a entrega dos Dez mandamentos no Monte Sinai cinquenta dias depois do Êxodo. Para os cristāos, o Pentecostes celebra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e seguidores de Cristo, através do dom de línguas, como descrito no Novo Testamento, durante aquela celebração judaica do quinquagésimo dia em Jerusalém. Por esta razão o dia de Pentecostes é às vezes considerado o dia do nascimento da igreja. O movimento pentecostal tem seu nome derivado desse evento.

RELIGIÃO MOSAICA
O Pentecostes é o nome de uma festa do antigo calendário bíblico, (Ex 23.14-17; 34.18-23). Originalmente, essa festa é referida com vários nomes:
    • Festa da Colheita ou Sega - no hebraico hag haqasir. Por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse nome.(Ex 23.16).
    • Festa das Semanas - no hebraico, hag xabu´ot. A razão desse nome está no período de tempo entre a Páscoa e esta festa, que é de sete semanas. Esta festa acontece cinquenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o encerramento acontece com a colheita do trigo (Ex 34.22; Nm 28.26; Dt 16.10).
    • Dia das Primícias dos Frutos - no hebraico yom habikurim. Este nome tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos primeiros frutos da terra colhidos naquela sega (Nm 28.26). Provavelmente, a oferta das primícias acontecia em cada uma das três tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na primeira, Páscoa, entregava-se uma ovelha nascida naquele ano; na segunda, Colheita ou Semanas, entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos; e, finalmente, na terceira festa, Tabernáculos ou Cabanas, o povo oferecia os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo, especialmente.
    • Festa de Pentecostes. As razões deste novo nome são várias: (a) nos últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento, os gregos assumiram o controle do mundo, impondo sua língua, que se tornou muito popular entre os judeus. Os nomes hebraicos - hag haqasir e hag xabu´ot - perderam as suas atualidades e foram substituídos pela denominação Pentecostes, cujo significado é cinquenta dias depois (da Páscoa). Como o Império Grego passou a ter hegemonia em 331 a.C., é provável que o nome Pentecostes tenha ganhado popularidade a partir desse período.

DA CERIMÔNIA
Enquanto a Páscoa era uma festa caseira, Colheita ou Semanas ou Pentecostes era uma celebração agrícola, originalmente, realizada na roça, no lugar onde se cultivava o trigo e a cevada, entre outros produtos agrícolas. Posteriormente, essa celebração foi levada para os lugares de culto, particularmente, o Templo de Jerusalém. Os muitos relatos bíblicos não revelam, com clareza, a ordem do culto, mas é possível levantar alguns passos dessa liturgia:
    • a cerimônia começava quando a foice era lançada contra as espigas (Dt 16.9). É bom lembrar que deveria ser respeitada a recomendação do direito de respigar dos pobres e estrangeiros (Lv 23.22; Dt 16.11);
    • a cerimônia prosseguia com a peregrinação para o local de culto (Ex 23.17);
    • o terceiro momento da festa era a reunião de todo o povo trabalhador com suas famílias, amigos e os estrangeiros (Dt 16.11). Essa cerimônia era chamada de "Santa Convocação" (Lv 23.21). Ninguém poderia trabalhar durante aqueles dias, pois eram considerados um período de solene alegria e ação de graças pela proteção e cuidado de Deus (Lv 23.21);
    • no local da cerimônia, o feixe de trigo ou cevada era apresentado como oferta a Deus, o Doador da terra e a Fonte de todo bem (Lv 23.11).
    • Os celebrantes alimentavam-se de parte das ofertas trazidas pelos agricultores;
    • As sete semanas de festa incluíam outros objetivos, além da ação de graças pelos dons da terra: reforçar a memória da libertação da escravidão no Egito e o cuidado com a obediência aos estatutos divinos (Dt 16.12).
Observação: Era ilegal usufruir da nova produção da roça, antes do cerimonial da Festa das Colheitas (Lv 23.14).

CARACTERÍSTICAS DAS CELEBRAÇÕES
  • A Festa das Colheitas era alegre e solene (Dt 16.11);
  • A celebração era dedicada exclusivamente a Javé (Dt 16.10);
  • Era uma festa ecumênica, aberta para todos os produtores e seus familiares, os pobres, os levitas e os estrangeiros (Dt 16.11). Enfim, todo o povo apresentava-se diante de Deus. Reconhecia-se e afirmava-se o compromisso de fraternidade e a responsabilidade de promover os laços comunitários, além do povo hebreu;
  • Agradecia a Deus pelo dom da terra e pelos estatutos divinos (Dt 15.12);
  • Era uma "Santa Convocação". Ninguém trabalhava (Lv 23.21);
  • Era celebrado o ciclo da vida, reconhecendo que a Palavra de Deus estava na origem da vida " da semente " da árvore " do fruto " do alimento " da vida...

PENTECOSTALISMO

Pentecostes é o símbolo do Cenáculo, onde os Apóstolos se reuniram, pela primeira vez, à espera do Espírito Santo. No Cenáculo, desde a fundação, a comunidade cristã aí se reúne, para ser conduzida pelo Sopro Inspirador, compartilhando o amor em Cristo. Atualmente o 50.º dia após a Páscoa é considerado pelos cristãos o dia de Pentecostes. Pentecostes é quando o Espírito Santo visita os apóstolos e desce sobre eles, na forma de fogo (mera representação). A partir daí os apóstolos passam a pregar o Evangelho em línguas estranhas: Há ação do Espírito Santo no ser humano sempre que este se converte dos seus pecados, pelo arrependimento, e passa a crer em Jesus Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador, pedindo a Deus que lhe revista e encha do Espírito Santo. Tal experiência é chamada de batismo no Espírito Santo. Isto tem ocorrido durante toda a história do cristianismo, sendo enfatizado, especialmente, em meados do século XX com o surgimento das primeiras Igrejas Pentecostais, as quais enfatizam os dons do Espírito, e também pelos membros da Renovação Carismática Católica (RCC) que, seguindo a doutrina e as diretrizes de sua Igreja, fazem o mesmo.